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Como a Internet das Coisas pode transformar o setor de manufatura

Internet das Coisas (IoT) pode modificar a forma de gestão de empresas que atuam nesse setor, aumentando a base de dados e a produtividade

A Internet das Coisas pode representar uma nova revolução industrial. Embora a afirmação possa parecer exagerada, as possibilidades de investimento em IoT, especialmente no segmento de manufatura, podem modificar completamente a atuação no setor, alterando as bases de dados trabalhadas pelas empresas e facilitando a compreensão real da produtividade e desempenho de cada etapa do processo.

Isso é possível pois, por meio da IoT, os próprios equipamentos estarão conectados entre si, contabilizando informações sem qualquer necessidade de gerenciamento ou coleta de dados por humanos. Ou seja, todos os equipamentos de uma fábrica podem estar conectados entre si, interligados diretamente ao sistema de gestão, passando informações em tempo real. Dessa forma, é possível identificar processos que possam atrapalhar a produtividade e a performance da empresa como um todo.

Da cadeia de suprimentos ao chão de fábrica

Na prática, o setor de manufatura já conta, hoje, com dispositivos sem fio, sensores e diversas máquinas espalhadas pelas fábricas. Esses dispositivos geram milhões de dados por segundo, que não são analisados em tempo real. Assim que isso passar a acontecer, será possível que cada empresa tenha uma economia em razão de processos mais inteligentes e adequados às suas necessidades e dos clientes.

Além disso, um dos maiores desafios do segmento está na integração da cadeia de suprimentos, um processo ainda muito difuso em função da variedade de fornecedores, das especificidades da linha de produção, da dificuldade para realizar inventários e mesmo pela logística de trabalho. O IoT aliado a um sistema de gestão avançado, como o Sage X3, permitirá interligar diferentes setores da manufatura – mesmo áreas mais administrativas, como contas a pagar e a receber, simplificando a gestão.

Um passo à frente

Para atingir um novo patamar, há a necessidade de criar um ambiente propício à inovação, que passa por investimentos estruturais e, mais do que isso, a preparação de gestores e da empresa como um todo para compreender esse novo formato de trabalho. Na essência, uma manufatura inteligente resulta em aumento das capacidades analíticas das empresas, facilitando a previsão das tendências de futuro e a tomada de decisão dos responsáveis, além de ampliar a eficiência do próprio sistema interno.

Apesar de esse cenário parecer distante, uma matéria recente da Industry Week mostrou que diversas empresas, como Cisco, General Electric e Harley-Davidson já estão aplicando esse tipo de tecnologia. Além da produtividade em si, as empresas estão sendo capazes de monitorar o desempenho dos equipamentos, como bateria, entre outras informações. Esse tipo de performance só é possível com um sistema de gestão atualizado e integrado a toda a cadeia produtiva, caso do Sage X3.

Você está preparado para esse futuro? Venha entender melhor sobre o desempenho de um software de gestão.

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