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Internacionalização de empresas brasileiras cresce em 2016

Índice saltou de 23,2% para 27,3%, entre 2014 e 2016, incentivado pelas dificuldades do mercado interno do país, que passou por um período de crise

As empresas brasileiras enxergam as possibilidades no mercado internacional como otimistas, especialmente após o arrefecimento do mercado interno com a crise que se instalou no país a partir de 2014. Essa visão positiva da internacionalização é diferente do que se viu entre 2010 e 2012, quando o bom desempenho econômico faziam as companhias mirarem o mercado interno.

Essa é apenas uma das constatações percebidas pelo Ranking da Fundação Dom Cabral das Multinacionais Brasileiras – uma pesquisa realizada periodicamente para avaliar o grau de internacionalização das empresas do país. Para os próximos anos, 42,3% das empresas avaliadas esperam ingressar em novos mercados, enquanto 67,3% planejam se expandir em mercados que já atuam. De 2014 a 2016, o índice médio de internacionalização de empresas saiu de 23,2% para 27,3%.

Ter sucesso nessa empreitada, no entanto, exige muito planejamento, sobretudo porque a concorrência do mercado internacional é muito mais ampla do que no cenário nacional, além de ser um ambiente diferente em termos de legislação e interesse dos consumidores. Nesse contexto, companhias que atuam no mercado B2C (Business to Costumer) têm mais dificuldades do que as que efetivam seus negócios com outras empresas (B2B). Confira quatro dicas para o processo de internacionalização.

Presença no exterior

De acordo com o levantamento, as companhias brasileiras estão presentes em 87 países, sendo Estados Unidos o alvo principal. Outro foco buscado é a proximidade da América Latina, sobretudo pela posição geográfica e cultural. A Argentina é o vizinho mais buscado depois dos EUA, com 31 companhias com subsidiária e franquias por lá.

A tecnologia é uma grande aliada para obter sucesso nessa estratégia, especialmente os sistemas de gestão, como o Sage X3 , que podem ser personalizados para as especificidades de cada localidade, além de padronizar processos e garantir que a empresa esteja em linha com o compliance.

Influência do contexto político-econômico

Assim como a economia do Brasil, episódios de grande impacto mundial podem interferir no sucesso da empreitada. Um dos exemplos mencionados pela pesquisa foi a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos – algo que pode ser considerado fora da curva, se for levado em conta as projeções traçadas pelos especialistas. Outro ponto que influenciou foi a saída do Reino Unido da União Europeia, episódio que ficou conhecido como Brexit.

Por esse motivo, 74,2% das companhias brasileiras pesquisadas afirmam que “suas estratégias internacionais foram impactadas de alguma forma pelo contexto mundial”. No entanto, apesar do aumento da internacionalização das companhias, os impactos dessas mudanças são considerados pequenos, muito pequenos ou inexistentes por 84,4% das companhias que atuam no mercado internacional.

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