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O uso da tecnologia da realidade aumentada na construção civil

Visando a experiência do consumidor e a otimização de vendas, segmento de construção aposta nessa tecnologia para otimizar o desempenho e nos sistemas de gestão para reduzir custos

Imagine comprar um apartamento na planta sabendo exatamente como ele vai ficar: o tamanho dos cômodos, a planta e poder evitar as surpresas que este processo costuma reservar. Pode parecer algo impossível, mas o uso da tecnologia da realidade aumentada na construção civil é capaz de oferecer justamente esta experiência ao consumidor, mesmo que a obra nem sequer tenha se iniciado.

O conceito é simples: a tecnologia de realidade aumentada é capaz de reproduzir com perfeição um objeto virtual em 3D. Ou seja, se as construtoras desenvolverem modelos nesse formato, os consumidores poderão ter uma experiência de visita muito diferente do modelo que acontece hoje, com folders e impressos sobre o espaço, sem muita convicção da entrega final.

Para isso, os consumidores precisam visualizar por meio de um smartphone ou tablet, algo que não é um problema em um país que deve atingir a marca de um dispositivo por habitante até o fim de 2017 – cerca de 208 milhões de aparelhos –, segundo pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas.

Experiência e satisfação

Em tempos nos quais os consumidores buscam incrementar sua experiência na aquisição de novos negócios e mais satisfação, investir neste tipo de tecnologia pode se tornar um diferencial para a comercialização de imóveis. Cada vez mais, os aplicativos, as soluções e os dispositivos com essa capacidade se popularizam, o que torna a tecnologia mais barata e eficiente e mais viável de ser incorporada pelas empresas do segmento de construção civil.

Mais tecnologia, mais benefícios

Mais tecnologia significa mais benefícios tanto para o consumidor quanto para o empresário. Se, para o comprador, poder ver a obra em realidade aumentada é um diferencial, o uso de tecnologias para a gestão do campo de obras se torna uma ferramenta extremamente eficiente para reduzir custos, otimizar insumos e a produtividade do maquinário e da mão de obra, com dados precisos sobre o andamento, evitando atraso de entregas, por exemplo.

Assim como o uso de smartphones no segmento de distribuição e logística, os próprios colaboradores podem adaptar esses dispositivos para informar sobre a necessidade de matéria-prima. A partir disso, as informações são atualizadas em tempo real dentro de um sistema de gestão, como o Sage X3. Essa possibilidade permite aos gestores acompanhar o processo e tomar as decisões com base em dados precisos da obra.

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